ADAGE: YOUR SINS WILL FIND YOU OUT – TRUE!

Spring 1943
On a small farm, NW part of Washington state, near Canada. 

I am 10 and my brother is 8.  We are having supper at the round dark oak table in the dining room with Mom and Dad.  It’s a Friday night and Clio and I want to run out a play again before it gets dark: but it is not to be.  Dad wants to talk to us about tomorrow.
We stop fidgeting to listen,

“Children you know it is time to plant the garden so we will have food for next winter. Tomorrow looks like a good day for it.  This week I plowed and prepared the ground.. and today I marked the rows with string between stakes so we can see where to plant.  Tomorrow morning we’ll get up and have breakfast and go to work on the garden.” Dad smiled as he said this. He loved the land. He was actually looking forward to planting this garden!  Clio and I did not share his enthusiasm, but we knew we would be working on the garden tomorrow. 

The next morning after breakfast, Dad an Clio headed to the garden.  As soon as the breakfast dishes were done, Mom and I joined them  where Dad had prepared everything  In some rows we had to put seeds about a foot apart, then cover them with the cool damp earth.  We all worked hard (Clio and I probably not as hard as Mom and Dad). . . finally we thought we were done… WRONG~.  

Dad came up to us and congratulated us on doing such a good job, Then he said:  “There’s just one more thing to do.. Plant the potatoes. “ 

Now, this wasn’t seeds. Rather it was pieces of potato that Mom had cut up for planting.  The secret in all of that was the “eyes” on the potatoes.  A certain break in the skin, easy to see, but I don’t know how to describe.  When Mom cut the potatoes, she made sure that each piece had an eye in it.
We then were to take the potatoes, dig a small hole and put three pieces of potato into the hole, making sure that the “eye” on each piece was turned UP Clio and I are not happy!  Our backs hurt from bending over, we are ready to quit this garden business.  But, Dad has given us our instructions.  We take the pieces of potato and start.
We work out a system.  I dig the hole, Clio drops in the potatoes, covering them well with the dirt while I dig another hole.  At the beginning we are very careful to turn the potato “eyes” in the right direction.  A little over half the row we become speedier – by simply dropping three potato pieces into the hole, helter-skelter, then covering them.
We get done… call Dad and tell him we’ve finished. He comes up, looks as the row and exclaims: “I’m surprised at how quickly you got this done!_ Great job! That’s it for now. Your mother and I will finish up.  Go on and play.”   We scamper off before Dad can change his mind. . . and totally forget about those potato “eyes.” 

Several months later.
The weather is warm. No more jackets and we can go barefoot.  Now, there is a bucket of water, brush and towel by the back door.  Before we are allowed to come inside, we have to put our feet, one at a time, in the bucket, use the brush to wash off the dirt from our feet and dry them well.  Mom does not want dirty tracks on the floor.  We painfully learn how serious she is about this, so obey.

This specific evening, as usual, Dad takes off his shoes, our feet don’t make dirty tracks, our hands are well washed and we are sitting around the dining room table, enjoying some of the fresh vegetables from the garden that Mom fixed for supper. (She is a GOOD cook.)   

As we are eating, Dad starts talking about the garden.  “All of the work of planting and weeding (Clio and I did our share of that, also.) has been worth it!  We have plenty of vegetables to can (more hard work!) for the winter.  It looks like the fruit trees are going to bear well.  We have much to thank God for!”
Dad paused.  “But there is one thing I do not understand.  We are going to be short on potatoes.  A little over half the row is fine.  But the other part almost no potatoes grew.” And he looks at my brother and I, with his eyebrows raised, waiting for our comments. 

We shamefacedly confess what we had done. His only remark is: “I thought you got through planting those potatoes very fast.  Now do you understand why it was important to plant them like your mother and I told you to do, why she was so careful how she cut them?  This winter, you may not have as many mashed potatoes as you would like.”
With downcast eyes, we understood.
————————— 

January 2019 

I’ve never forgotten. I can still remember planting those potatoes – I had a little guilt as I let Clio just throw them into the holes. I was older and knew better. But no one would ever know… and we’d already done so much!   

This lesson is indelibly etched into my mind to remind me to that responsibility is demanded by life and expected by God.
That old adage: “Your sins will find you out” is only too true. 

How about you?  Do you have some memories like this? 

Know what?  Ï thank God for the word “forgiven.”

Voni 

Ditado: Seus pecados te descobrirão.  VERDADE!      

Primavera 1943 –
Numa pequena fazenda, NW parte do Estado de Washington, perto do Canadá.  

Estou com 10 anos e meu irmão 8. Estamos jantando na mesa redonda escura de carvalho na sala de jantar com mamãe e papai. É uma noite de sexta-feira e Clio e eu queremos acabar uma brincadeira novamente antes de escurecer: mas não é para ser.  Papai quer falar conosco sobre o amanhã.  

Nós paramos a agitação para ouvir.   

 

“Crianças, vocês sabem que é tempo de plantarmos o jardim para termos comida no próximo inverno. Amanhã parece ser um bom dia para isso. Nesta semana eu arei e preparei a terra… e hoje eu marquei as linhas com barbante entre as estacas para podermos ver onde plantar. Amanhã de manhã nós vamos nos levantar e tomar o café da manhã e vamos trabalhar no jardim”… Papai sorriu ao dizer isso. Ele amava a terra. Ele estava de fato ansioso por plantar esse jardim”.  Clio e eu não compartilhamos o entusiasmo dele, mas nós sabíamos que estaríamos trabalhando no jardim no dia seguinte.  

Na manhã seguinte após o café da manhã, Papai e Clio foram para o jardim. Tão logo as louças do café da manhã foram lavadas, Mamãe e eu nos juntamos a eles, onde Papai tinha preparado tudo em algumas fileiras, nós colocamos sementes aproximadamente trinta centímetros de distância, então as cobrimos com a terra fria e úmida. Todos nós trabalhamos duro (Clio e eu provavelmente não tão duro quanto mamãe e papai) . . . finalmente pensamos que tínhamos terminado… ERRADO”.  

Papai veio até nós e nos parabenizou por termos feito um bom trabalho. Então ele disse: “Há só mais uma coisa… Plantem as batatas”.  

Agora, não se tratava de sementes. Pelo contrário, eram pedaços de batatas que mamãe havia cortado para plantar.  O segredo em tudo aquilo eram os “olhos” nas batatas. Uma certa lasca na casca, fácil de se ver, mas eu não sei como descrever. Quando mamãe cortou as batatas, ela se certificou de que cada peça tivesse um olho nela.  

Então nós tínhamos que levar as batatas, cavar um pequeno buraco e colocar três pedaços de batata dentro do buraco, nos certificando de que o “olho” de cada peça estava para CIMA. Clio e eu não estamos feliz! Nossas costas doem por estarmos nos curvando, estamos prontos para abandonar esse negócio de jardinagem. Porém, papai nos deu as instruções. Nós pegamos os pedaços de batata e começamos. Nós desenvolvemos um sistema. Eu cavo o buraco, Clio planta as batatas, cobrindo-as bem com terra enquanto eu cavo outro buraco.  No começo somos muito cuidadosos em deixar o “olho” da batata virado na direção certa. Um pouco mais da metade da fileira nós nos tornamos mais rápidos – simplesmente despejando três pedaços de batatas dentro do buraco e depois cobrindo-os.  

Nós terminamos… chamamos Papai e o contamos que tínhamos terminado. Ele vem, olha para as fileiras e exclama:  “Estou surpreso como vocês terminaram tão rápido! Ótimo trabalho! Só isso por agora. Sua mãe e eu terminaremos. Podem ir brincar”. Nós fugimos antes que papai pudesse mudar de ideia… e esquecemos totalmente os “olhos” das batatas. 

Meses depois.
O clima é morno. Não precisamos mais de jaquetas e podemos sair descalços. Agora, há um balde de água, escova e toalha pela porta dos fundos.  Antes de sermos permitidos entrar, temos que colocar nossos pés, um por vez, no balde, usar a escova para retirar a sujeira dos nossos pés e enxugá-los bem. Mamãe não quer rastros de terra no chão. Dolorosamente, aprendemos o quanto ela é séria acerca disso, então obedecemos. 

Nesta noite específica, como de costume, papai tira os sapatos, nossos pés não fazem rastros sujos, nossas mãos estão bem lavadas e estamos sentados ao redor da mesa da sala de jantar, desfrutando de alguns legumes frescos do jardim que mamãe preparou para a janta. (Ela é uma boa cozinheira). 

Enquanto comemos, papai começa a falar sobre o jardim. “Todo o trabalho de plantação e capina (Clio e eu fizemos nossa parte nisso também) valeu a pena! Temos muitos legumes para o trabalho (mais trabalho duro!) para o inverno. Parece que as árvores frutíferas vão dar frutos bem. Temos muito a agradecer a Deus! ”   

Papai pausou. “Mas há uma coisa que eu não entendo. Nós estaremos com falta de batatas. Um pouco mais da metade da fileira está bem. Mas a outra parte quase não cresceu batatas”. E ele olha para meu irmão e eu, com as sobrancelhas levantadas, esperando por nossos comentários. 

Confessamos vergonhosamente o que havíamos feito. Sua única observação é: “Eu pensei que vocês terminaram de plantar essas batatas muito rápido. Agora vocês entendem porque era importante plantá-los como sua mãe e eu lhes dissemos para fazer, porque ela foi tão cuidadosa como as cortou? Neste inverno, vocês podem não ter tantos purês de batata quanto gostariam”. 

Com os olhos baixos, nós entendemos.  

————————— 

Janeiro de 2019 

Eu nunca me esqueci. Ainda posso me lembrar plantando aquelas batatas – eu tive um pouco de culpa ao deixar Clio só lançá-las dentro dos buracos.  Eu era mais velha e sabia melhor. Entretanto, ninguém jamais saberia … e nós já tínhamos feito tanto!   

Esta lição está indelevelmente gravada em minha mente para me lembrar de que a responsabilidade é exigida pela vida e esperada por Deus. 

Aquele velho ditado: “Seus pecados te descobrirão” é verdade demais. 

E você?  Você tem alguma lembrança como essa? 

Sabe o queEu agradeço a Deus pela palavra “perdoada”.  

 

Voni