BUILDING AN ALTAR

Belo Horizonte, Brasil

1986

The living room is huge; big enough we had our daughter’s wedding in it, with over 100 guests – unforgettable as some of those guests shot off LOUD fireworks from outside the house, and others brought their own drinks to doctor the punch we were serving. (We only learned about that later. Different culture and different mores. This was not considered rude: rather, almost as a game.)

Tears during the ceremony, laughter afterward, as our guests mingled and conversed. A mixture of languages spoken: Portuguese, English, Spanish – possibly more- representing several different countries.

Our flower decorations were primarily small trees we’d cut; (the forest was about 5 miles away.)
We wired them upright in strategic places throughout the living after placing their trunks in the sand that was in buckets.  Then a few flowers were scattered throughout the room. It was simple and lovely.
The best decoration of all was the view from our verandah of the city below our mountain perch. The laughter and love that filled our home that night will never be forgotten.

 (The next day, I spent the whole day with a table knife in one hand and Bombril under my bare foot, as I went over that whole expanse of parquet floor digging out rice from between the cracks and using the Bombril to clean the floor of the food that had dropped and was then walked on. Don’t have a party serving food and throwing rice over a parquet floor!)

Then, there was the night we invited the Ice Capades skaters and crew to our home for snacks and conversation.  The show was closing unexpectedly, so that evening there were many tears and unanswered questions: but we were able to show them how much we loved them.

Bible studies, home church services – the varnished brick walls could tell many stories. However, tonight, all is quiet.  Rare.

A few moments ago, my husband left to visit some friends of his, and my children are downstairs in their rooms. Tonight, as is too common, my husband, Carlos, said some words that cut my heart before he left. He wanted to let me know he preferred the company of his other friends to mine, and his words were very clear

I am now sitting at one end of the living room, where you will find my “refuge”.

This end of the living room is separated from the rest by a large “see through” fireplace; open on both sides so the warmth fills the whole room. I love to sit here with all the lights out, the flames from the fireplace keeping me company as I look out over the lights of the city, the expanse of star-studded sky, and talk with God.

I’m sitting on a rustic sofa, made of white boards with a piece of foam rubber covered with a deep turquoise piece of material. Simple. I lean against the varnished outer brick wall, my hands around my pulled-up knees, looking out over the city and watching the flames.

I give my tears to God and sit quietly, absorbing the music coming from our improvised sound system.  The Gaither’s start singing “Because He lives, I can face tomorrow. Because He lives all tears are gone. Because I know He holds tomorrow I can face uncertain days … because He lives …”

My heart becomes quiet as I sing the words with the Gaithers.  I will always remember this moment when, without realizing it, the “my refuge” area of our living room is transformed into an altar before the Lord where I can praise Him.  Not because everything is “right” – but, because He lives!

-Voni

Can you remember moments when the Holy Spirit helped you build an altar of praise before God?
Please share, as we learn different ways altars are built.

CONSTRUINDO UM ALTAR

Belo Horizonte, Brasil – 1986

A sala de estar é enorme; grande o suficiente, tivemos o casamento da nossa filha ali, com mais de 100 convidados – inesquecível como alguns desses convidados soltavam altos fogos de fora da casa, celebrando o casamento.
Lágrimas durante a ceremónia, risos depois.
Tivemos uma mistura das linguas sendo falada: português, inglês, espanhol – possívelmente mais?

Nossas decorações de flores eram basicamente pequenas árvores que cortávamos (a floresta era cerca de 10 quilômetros de distância). Depois de colocar seus troncos na areia que estava em baldes, nós os colocamos em posição vertical em lugares estratégicos em toda a sala de estar. A melhor decoração de todas era a vista da cidade abaixo do nosso poleiro montês a partir da nossa varanda.

O riso e o amor que encheram nossa casa naquela noite jamais serão esquecidos.

( E, no dia seguinte, eu gastei o dia inteiro com uma faca de mesa em uma mão e um bombril debaixo de um pé descalço enquanto percorria toda aquela extensão de piso de madeira “parquet”, retirando o arroz entre as rachaduras e usando o Bombril para limpar o chão da comida que havia caído e depois foi pisada. Aprendi, Nunca tenha uma festa onde jogam arroz sobre um uma soalha parquete).

Outro dia, houve a noite em que convidamos os patinadores e pessoal do grupo “Ice Capades” na nossa casa para lanches e conversas. O show estava encerrando inesperadamente, então naquela noite havia muitas lágrimas e perguntas sem resposta: mas nós pudemos mostrar a eles o quanto nós os amamos.

Estudos bíblicos, cultos no lar – as paredes de tijolos envernizados poderiam contar muitas histórias.

Entretanto, nesta noite, tudo está quieto. Raro.                    

Meu esposo saiu para visitar alguns amigos dele, meus filhos estão em seus quartos.

Como era muito comum, antes de partir meu marido dizia algumas palavras que cortavam meu coração. Ele queria que eu soubesse que ele prefere a companhia de outros amigos do que a minha, e as suas palavras são bem claras,

Estou no final da sala – imagina como é o meu “refúgio”.
Essa extremidade da sala está separada por uma parede com uma grande lareira, criando uma salinha.  Esta lareira é aberta em ambos os lados para que o calor encha a sala. Eu amava sentar-me ali, com todas as luzes apagadas, as chamas da lareira me fazendo companhia enquanto olhava para as luzes da cidade e a vastidão do céu estrelado, conversando com Deus.

Entrego minhas lágrimas a Deus e estou sentada em silêncio, absorvendo a música que vem do nosso sistema de som improvisado. Uma banda começa a cantar “Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã. Porque Ele vive, temor não há. Mas eu bem sei, eu sei que a minha vida está nas mãos do meu Senhor que viva está.”

Meu coração se aquieta enquanto canto essas palavras com a banda.  Sempre vou lembrar esse momento quando, sem perceber, “meu refúgio” se transforma em um altar diante do Senhor, onde eu posso adorá-lo. Não porque tudo está “certo”, mas porque Ele vive!

-Voni

Você pode lembrar alguns momentos quando o Espírito Santo ajudou você levantar um altar de louvor diante Deus?
Por favor, compartilha aqui? Vamos aprender de um e outra umas maneiras que Deus constroi altares hoje.

SE QUISER UMA RISADA DE DEUS

Semana passada uma amiga perguntou: “O que você precisa fazer para que Deus

sorria”?

Claro que eu não tenho nem ideia.

Ela riu: “Faça alguns planos”.

Eu caí na gargalhada. Certamente posso me identificar com isso!

Outro dia eu sentei e contei quantas vezes meus planos mudaram desde a morte de Joe em fevereiro de 2017

1/ Ele e eu planejamos para eu voltar para o Brasil para morar, mas não é viável: por causa das finanças. Minha primeira mudança teve que ser do nosso apartamento para a casa da minha filha, Sheryl.
Depois eu passei vários meses tentando colocar tudo em ordem – inclusive meus pensamentos.
 Só que não foi tão simples a escolher quais pensamentos manter e quais descartar.
Descobri que coisas físicas são mais fáceis de se organizar do que pensamentos.

2/ Alguns meses depois, fui para Georgia, para a casa acolhedora duma outra filha. Lanae.
Isso foi em setembro (2017)depois de várias tentativas de fazer esta viajem sem sucesso. Não foi possível separar e embalar as coisas tão rapidamente quanto eu planejei.
Mudei as passagens três vezes. 
(Usando milhagem para não pagar multas pelas mudanças de passagens é uma ajuda boa.
E minhas filhas são uma incrível ajuda para mim!

3/ Lanae e eu fomos de Orlando para Natal, Brazil, para eu receber minha cidadania brasileira.
Viajamos metade de Novembro ate o  início de Dezembro de 2017.

Somente duas tentativas para adquirir aquelas passagens.
Passamos 20 dias sobrecarregados para obter toda documentação feita, e tomar conta de mais outras obrigações. (Deu para ensinar em algumas igrejas…. Amo aquelas pessoas!).

4/ Na casa de Lanae…. Um ano depois que Joe foi para CASA… Estou começando a pensar mais claramente.

2018 passa tão rápido como uma névoa. Muitas lágrimas. Muita busca de alma. Parte do
tempo com Lanae em Georgia,  parte do tempo com Sheryl em Portland OR.
Ela e o médico fizeram todos exames médicos que podiam pensar para mim fazer.
Graças a Deus, eu saio delas bem.
Aliás, o clima estava afetando o nível da minha dor.
 Malabarismos com suplementos e medicamentos.

Meu genro está fazendo diálise. Preciso ficar mais tempo do que planejei na casa de Sheryl.

(Eu planejei estar no Brasil logo depois da Páscoa). Essas mudanças de planos são mais complicadas porque incluem viajando internacionalmente

Pelo menos 4 mudanças de passagens durante o ano com mais milhas.

Agora é o final de Abril de 2019. 2 anos e 2 meses desde que Joe se foi.
Estou em Portland, não sei quanto tempo mais terei que ficar aqui.

Meus amigos no Brasil dizem que minha próxima chegada no Brasil pode ser comparada à
segunda vinda de Cristo. Ninguém sabe o dia nem a hora.

Tenho lidado com muitas questões sobre onde eu deveria estar.
A resposta nesta hora é: Não sei o futuro. Sei onde estou agora.
Estarei retornando ao Brasil quando o Senhor me liberar daqui.
Enquanto estou aqui, tenho algumas coisas para fazer,  incluindo aprender mais sobre ensino á
distância.          

E sim, eu sei que Deus está escrevendo o meu itinerário.
Toda vez que eu tento estabelecer as datas que eu quero,
Ele sorri ao apagar o que escrevi e colocar as datas que Ele escolheu.

“Deus escreve certo por linhas tortas”.  Um ditado Português.

Será que você já passou para estas experiências?

– Voni

If you want God to laugh

Last week a friend asked: “What do you need to do to make God chuckle or laugh?”

Of course, I had no idea.

She smiled at me: “Make some plans.”

I burst into laughter.  I can certainly identify with that one!

The other day I sat down and counted how many times my plans have changed since Joe’s death.

1/ He and I planned for me to move back to Brazil to live.
 Not feasible: because of finances my first move had to be out of our apartment and into
 my daughter, Sheryl’s home. I then spent several months trying to sort things –   including my thoughts.  Only it wasn’t as simple as choosing which thoughts to keep and which ones to discard.  I discovered that things are easier to organize than thoughts. 🙂

2/ A few months later, I went to Georgia, to the welcoming home of another daughter. Lanae (– that was in September after several tries without success. Couldn’t get things sorted and packed as quickly as I’d planned Changed the tickets three times. ( Using mileage so no fees for changes.  Good thing!)  and my girls are an incredible help to me!

3/ Lanae and I – from Orlando to Natal, Brazil, to get my citizenship… mid Nov-1st part of Dec               
Only two tries to get those tickets.  20 days jam packed to get all documentation done plus other obligations. (God to teach at a couple of churches… love those people!)
Back to Orlando     

4/ At Lanae’s….one year after Joe went HOME… I’m beginning to think more clearly.                       
     

 2018 goes by in a blur.  Many tears. Much soul-searching. Part of the time with Lanae, part of the time with Sheryl  Medical exams – Sheryl and the doctor couldn’t think of more to give me … I come out of them quite well.  Weather affecting my pain level  Juggling supplements and medications.
My son-in-law is on kidney dialysis.  I need to stay longer at Sheryl’s than I’d planned.
(I was going to be in Brazil right after Easter).    Those changes of plans are rather big.

At least 4 ticket changes during the year with more mileage miles.

Now it is the end of April 2019  2 years and 2 months since Joe is gone.

I’m in Portland, unsure how much longer I’ll need to be here.
My friends in Brazil say my next arrival in Brazil can be compared to the 2nd coming of Christ.  No one knows the time nor the hour.


I’ve dealt with many questions about where I am supposed to be.
The answer at this time is: I don’t know the future.  I know where I am now.
I will be returning to Brazil when the Lord releases me from here.
While I am here, I have some things to do, even as I am learning more about teaching from a distance.     

And yes, I know that God is writing my itinerary.
Every time I try to put in the dates I want, He chuckles as He erases my handwriting and puts in the dates He has chosen.      

         “God writes straight with crooked lines.”  A Portuguese proverb

  • Voni Pottle