The Challenge I Faced- FEAR OF THE UNKNOWN 1968

It is surprising how quickly it gets dark in Belo Horizonte. Brazil.  Not surprising for those who’ve lived there for years. But a big surprise for this 36 year old woman, newly from the USA. It is only 8 pm (that is 20 hours – the way we count time in Brazil.) It is black as midnight, no long twilight here.

My husband just told me he will have to come home later with a friend who lives close to us in the suburbs (We live in a somewhat isolated neighborhood about 12 kilometers (8 miles) from where we are visiting on the other side of the city of 2.5 million inhabitants.

My obvious question is: “So, how will the kids and I get home?”
He reaches, pulls out his car keys and drops them into my hand, then turns to answer a question.   Problem solved in his book.

My mind’s book starts flashing red warning signs
“You don’t know how to drive the Kombi that well: can your feet reach the pedals?
You’ve never driven home after dark across this city- not even in daylight!
You do NOT know the streets that well, and most of them are not marked with their names.
You have five kids you have to drive home.
How could my husband do this to me>?”

My feet dragging, I cheerfully called our children: (at least I hoped it was cheerful.)
I was almost petrified with fear.
We all got into the 3 seated Volkswagen Kombi.  My eldest son sits beside me to help me see where we are; my two daughters in the second seat stationed by the windows on each side, our two youngest (3and 5) in the last seat, me hoping they were tired enough to fall asleep. 

I turn the key, and thank God.
The Kombi sputters then then settles into a loud purr, and we are on our way


First challenge-getting to and going through – the CENTER of the city: a large plaza where 8 main streets cross.
We get there! I shift to a slower gear, with my three eldest directing me, we work our way within the traffic pattern and turn right onto a main avenue leaving the plaza.  Thanking God

Now we follow a large two-lane avenue, heading several miles out to our suburb. Challenges: few street lights, BRIGHT headlights, drivers insisting there is one more lane when there isn’t.

How far before we have to turn off this busy street onto a side street that runs alongside the avenue, where we then angle off to the right. ?  (If that sounds complicated, it’s because it was!) We know there won’t be streetlights, only our headlights to pick out the path through the cobbled streets and darkened buildings, before we turn off onto the dirt and sand street where our house is located about three blocks up a slight hill.

We all keep our eyes strained to find that side street. Suddenly, my eldest yells:
“Hey, Mom!  The side street is coming up.  We need to change lanes, or we’ll miss it.”
Praying like mad, I gear down to get behind some cars, then onto that all-important side street.
We make it!  The car would have been full of high fives… but we didn’t know about those in 1968. 


Shifting down one more gear, we creep through the darkened streets; I jump when a cat suddenly runs across the cobblestones in front of us.
We turn onto our dirt and sand street, trying to keep out of the ruts.
It is dark!  NO STREET LIGHTS. One doesn’t realize what a difference they make.

We pull up in front of our gated garage.  My oldest son jumps out of the car to unlock the gate, I gingerly drive the Kombi into the garage, turn off the key and, with a sigh of relief, slump down for a moment.
Then, gathering all of our things we climb the steps, unlock the front door, and lights start flashing on in all the rooms. 
We are home – and safely!  Thank You, God!

“Whether you turn to the right or to the left, your ears will hear a voice behind you, saying “This is the way; walk in it.”  Isaiah 30:21

Did you feel the tension I was under?
The fear of the unknown. Could I do this?
Does this remind you of something you’ve gone through?
What can we learn when we have to deal with fear?

Voni’

What are subjects you would like me to write about?

I highly value your comments.

O Desafio que encarei – MEDO DO DESCONHECIDO 1968

É surpreendente quão rapidamente se escurece em Belo Horizonte – Brasil.  Não é surpreendente para aqueles que viveram lá por anos. Mas uma grande surpresa para esta mulher de 36 anos de idade, recém chegada do EUA. São apenas 8 horas da noite (20 horas – a maneira que contamos as horas no Brasil). Está escuro como meia-noite, “It is black as midnight”, não há muito crepúsculo aqui.

Meu marido acabou de me dizer que ele terá que voltar para casa mais tarde com um amigo que mora perto de nós no subúrbio, vivemos em um bairro um pouco isolado a cerca de 12 quilômetros (8 milhas) de onde estamos visitando, do outro lado da cidade de 2,5 milhões de habitantes. 

Minha pergunta óbvia, é: “Então, como eu e as crianças voltaremos para casa?”
Ele chega, pega a chave do carro e a coloca na minha mão, depois se vira para responder uma pergunta. “Problema resolvido em seu livro”.

O livro da minha mente começa a piscar sinais de alerta vermelhos
“Você não sabe dirigir a Kombi tão bem. Os seus pés podem alcançar os pedais?
Você nunca dirigiu para casa nesta cidade depois de escurecer – nem mesmo à luz do dia!
Você NÃO conhece as ruas tão bem, e a maioria delas não tem placa com seus nomes.
Você tem cinco filhos que você tem que levar para casa.
Como meu marido poderia fazer isso comigo?”

Saio com os pés arrastando, eu alegremente chamo nossos filhos: (pelo menos esperava que fosse alegremente).

Eu estava quase petrificada com medo.
Entramos nos 3 assentos da Kombi Volkswagen. Meu filho mais velho senta ao meu lado para me ajudar a ver onde estamos; minhas duas filhas no segundo assento posicionado pelas janelas de cada lado, nossos dois mais novos (3 e 5) no último assento, eu esperava que eles estivessem cansados o suficiente para adormecer. 

Eu ligo a chave e agradeço a Deus.
A Kombi enrola então depois um ronco alto, e nós estamos a caminho. 

Primeiro desafio – chegar e passar – o CENTRO da cidade: uma grande praça onde 8 ruas principais se cruzam.

Chegamos lá! Eu mudo para uma marcha mais lenta, com meus três mais velhos me guiando, estávamos dentro dos padrões de tráfego e viramos à direita em uma avenida principal saindo da praça. Agradecendo a Deus

Agora seguimos uma grande avenida de duas pistas, seguindo por vários quilômetros até nosso subúrbio. Desafios no caminho: pouca iluminação pública, faróis altos brilhantes, motoristas insistindo que há mais uma pista quando não há.

Até que ponto temos que desligar dessa rua movimentada para uma marginal que fica ao lado da avenida, onde então nos inclinamos para a direita? (Se isso soa complicado, é porque foi!) Sabemos que não haverá postes de luz, apenas faróis para escolher o caminho através das ruas de paralelepípedos e construções escuras, antes de virarmos para a rua de terra e areia onde nossa casa está localizada, a cerca de três quarteirões até uma pequena colina.

Mantemos nossos olhos tensos para encontrar aquela rua lateral. De repente, meu filho mais velho grita:

“Ei mãe! A rua lateral está chegando. Precisamos mudar de faixa ou não entraremos nela”.

Orando como louca, eu diminuí a marcha para entrar atrás de alguns carros, depois entrar naquela importante rua lateral.

Nós conseguimos! O carro poderia estar cheio de ‘high fives’… mas nós não sabíamos sobre isso em 1968. Mudando mais uma marcha, descemos pelas ruas escuras; Eu pulo quando um gato repentinamente atravessa os paralelepípedos na nossa frente.

Nós voltamos para a nossa rua de terra e areia, tentando manter a Kombi fora dos buracos.

Está escuro! SEM ILUMINAÇÃO NA RUA. Que diferença ela faz.

Nós estacionamos em frente a nossa garagem fechada. Meu filho mais velho pula do carro para destrancar o portão, conduzo cautelosamente a Kombi para a garagem, desligo a chave e, com um suspiro de alívio, me abaixo por um momento.

Então, reunindo todas as nossas coisas, subimos os degraus, destranca-mos a porta da frente e as luzes começaram a piscar em todos os cômodos.

Estamos em casa – e com segurança! Obrigada Deus!

“Quer você vire para a direita ou para a esquerda, seus ouvidos ouvirão uma voz atrás de você, dizendo: “Este é o caminho; andar nele.”  Isaías 30:21

Você sentiu a tensão sob a qual eu estava?
O medo do desconhecido. Consigo fazer isso?
Isso lembra você de algo pelo qual você passou?
O que podemos aprender quando temos que lidar com o medo?

Voni’

Quais são os assuntos que você gostaria que eu escrevesse? 

Eu valorizo muito seus comentários.