IS GOD SPEAKING?

2020 04 20 Brasilia – DF, Brasil   

I am literally sprawled out in my hammock.
It is hanging in a small space; my left leg and foot extend out in the hammock, my right leg and foot hanging over the edge.  Sprawled is the correct word 😉

It is 5:00 pm  and the sun will go down soon. The clouds are covering the sky leaving small patches of blue. The temp is about 72 degrees F. (22 C)  No rain today -which is nice

The parking lot for part of the four building complex here in Brasilia is almost full.   Normally, it would be empty. I’m unsure when the lockdown will be lifted. For now, the population here in Brazil is still accepting it – but the rumblings of discontent are beginning to grow.  How much longer will the country be able to survive without working?

I am unsure of anything right now: except that I can trust God.
Memories of His faithfulness are pouring into my mind, along with the important principles He taught me.

foto: Ahmed S Shalapy

I remember World War 2 – 1941-1945   which tells you some about my age? 😊

 Because we lived in the state of Washington, close to the Pacific Ocean, the Japanese theater of war was VERY real to me.

The conversations and concern, when someone found a torpedo from a Japanese submarine on the sands of the coastline. Air raid drills at our school caused students to have nightmares. Maps hung in front of the blackboard showing Europe (the horrors  of St Petersburg- Russia, and the Bataan Death March –Pacific Ocean – plus so many other places,) The teachers had us  following the war without TV. The evening news on the radio glued the population to the words spoken.

 The only times we saw footage of what was happening was when we went to a movie (seldom!) and saw the newsreels –

it is amazing to me how much I remember.
Uncertainty. Rationing. Families planting “Victory Gardens” so they could have more food No butter (margarine was invented.  It was white and we had to mix the small package of coloring into it so it looked edible.)

 Friends and loved ones not coming back from the war. Our lives were totally changed. But God was still there.

1987 – Another time when I was walking in uncertainty.
When our children discovered that their dad had another family none of us knew.  He was the father of two more children. Their mother was someone I’d helped for many years. No bombs, but the death of our family as upheavals and truth battered on our doors.  Moving back to the states. Walking in the fear of the unknown. Three years of nightmares and learning more of God’s faithfulness.
The Holy Spirit taught me so much that totally changed my life concepts.
Forgiveness. Blessing. Thankfulness. Learning that God was still with me, even in the USA. My husband abandoned us, but God didn’t!

It is different today – but the uncertainty and fear once again walk through the nations.
For most of us, there are no bombs.  But there IS death – unexpected; leaving each person aware that we do not have control over our lives.

If we were honest, did we ever have control over our lives?
No – but we liked to think we did.

As I stand on the small verandah looking at the rooftops of Brasilia,  I sense an invisible blanket over everything.   The streets are quiet. The noise of children playing is almost non-existent. I arrived here only  months before they started locking it down two months ago.

Now we don’t turn on the radios: but depend upon TV and our smart phones to keep us informed.
Thus far, we have limited rationing. Most of the basics are available. But there is a definite rationing of hugs and kisses.  And it is creating a vacuum in all of our lives. It’s interesting how  important the physical touch is.  There is also a fear: will the nation be able to escapee an economic crash?
The people are praying: on the streets, in their cars and homes. Waiting for God’s answer.

Much of what is happening here is also happening in the US – and  other countries. However I am mostly conscious of Brazil and the EUA. 

Many things hit you and I, emotionally and physically. People are fighting fatigue, fear, lack of peace – and the list continues.  But it isn’t for us to feel guilty about these emotions; rather, we are to face them, accept them, then take them to God, requesting His help and guidance as we learn how to walk through the challenges. 

foto: Sérgio Lima/Poder360 – 20.mar.2020

Look at what Paul wrote. Can we apply it to what we are walking through now?

2nd Corintians 1:8-11

Brothers and sisters, you need to know about the severe trials we experienced while we were in western Turkey. All of the hardships we passed through crushed us beyond our ability to endure, and we were so completely overwhelmed that we were about to give up entirely. It felt like wehad a death sentence written upon our hearts, and we still feel it to this day. It has taught us to lose all faith in ourselves and to place all of our trust in the God who raises the dead. 10 He has rescued us from terrifying encounters with death. And now we fasten our hopes on him to continue to deliver us from death yet again, 11 as you labor together with us through prayer

Because there are so many interceding for us, our deliverance will cause even more people to give thanks to God. What a gracious gift of mercy surrounds us because of your prayers!

Will you and I discover the same faith that Paul had, locking our hopes on Him as we walk through the unknown, holding onto God’s hand (Isa 41:11-13) and knowing the truth of God’s promises.(Romans 8:28) ???

  • Voni

DEUS ESTÁ FALANDO COMIGO?

Brasilia – DF, Brasil, 20 de Abril de 2020.   

Estou literalmente esparramada na minha rede.

A rede está pendurada em um espaço pequeno; minha perna e pé esquerdo estendem-se na rede, minha perna e pé direito pendurados na borda. Alastrado é a palavra correta 😉

São 17:00 horas e o sol se põe em breve. As nuvens estão cobrindo o céu, deixando pequenas manchas azuis. A temperatura é de cerca de 72 graus F. (22° C). Hoje não chove – o que é bom.

O estacionamento de parte do condomínio de quatro edifícios, aqui em Brasília, está quase cheio. Normalmente, estaria vazio. Não tenho certeza de quando a quarentena estará suspensa. Por enquanto, a população aqui no Brasil ainda está aceitando – mas os estrondos do descontentamento estão começando a crescer. Quanto tempo o país poderá sobreviver sem trabalhar?

No momento, não tenho certeza de nada: exceto que posso confiar em Deus.

Memórias de Sua fidelidade estão derramando em minha mente, juntamente com os princípios importantes que Ele me ensinou.

foto: Ahmed S Shalapy

 Lembro-me da Segunda Guerra Mundial – 1941-1945, que mostra um pouco da minha idade? 😊

Como morávamos no Estado de Washington, EUA, perto do Oceano Pacífico, o teatro de guerra japonês era MUITO real para mim.

As conversas e preocupação quando alguém encontrou um torpedo de um submarino japonês nas areias da costa. Os exercícios aéreos em nossa escola fizeram com que os alunos tivessem pesadelos. Havia mapas pendurados na frente do quadro-negro mostrando a Europa (os horrores de São Petersburgo – Rússia e a Marcha da Morte de Bataan – Oceano Pacífico) – e muitos outros lugares. Os professores nos fizeram seguir a guerra, mas sem TV. O noticiário da noite no rádio colou a população às palavras ditas

As únicas vezes em que vimos cenas do que estava acontecendo foi quando fomos ao cinema (raramente!) E vimos os noticiários – é incrível para mim o quanto me lembro.

Incerteza. Racionamento. Famílias que plantam “Victory Gardens” para poderem ter mais comida. Sem manteiga (a margarina foi inventada. Era branca e tivemos que misturar o pequeno pacote de corantes para que parecesse comestível).

Amigos e entes queridos que não voltam da guerra. Nossas vidas foram totalmente mudadas. Mas Deus ainda estava lá.

1987 – Outra época em que eu estava andando na incerteza.

Quando nossos filhos descobriram que o pai deles tinha outra família, e nenhum de nós imaginávamos. Ele era pai de mais dois filhos. A mãe deles era alguém que eu ajudava há muitos anos. Nenhuma bomba, mas a morte de nossa família, como convulsões e a verdade, bateu em nossas portas. Voltando aos EUA. Andando com medo um caminho bem desconhecido. Três anos de pesadelos e aprendendo mais sobre a fidelidade de Deus.

O Espírito Santo me ensinou muito que mudou totalmente os conceitos da minha vida. 

Perdão. Bênção. Agradecimento. Aprendendo que Deus ainda estava comigo, mesmo nos EUA. Meu marido nos abandonou, mas Deus nunca!

Hoje é diferente – mas, mais uma vez a incerteza e o medo voltam a atravessar as nações.

Para a maioria de nós, não há bombas. Porém, há morte – inesperada; deixando cada pessoa consciente de que não temos controle sobre nossas vidas.

Se fôssemos honestos, já tivemos controle sobre nossas vidas?

Não – mas gostávamos de pensar que sim.

Enquanto estou na pequena varanda olhando os telhados de Brasília, sinto um cobertor invisível sobre tudo. As ruas estão quietas. O barulho das crianças brincando é quase inexistente. Cheguei aqui apenas alguns meses antes da cidade começar a “quarentenar” há dois meses.

Agora não ligamos os rádios, mas dependemos da TV e de nossos smartphones para nos manter informados.

Até agora, temos racionamento limitado. A maioria do básico está disponível. Mas há um racionamento definitivo de abraços e beijos. E está criando um vácuo em todas as nossas vidas. É interessante a importância do toque físico. Há também um medo: a nação poderá escapar de um colapso econômico?

As pessoas estão orando: nas ruas, em seus carros e casas. Esperando pela resposta de Deus.

Muito do que está acontecendo aqui também está acontecendo nos EUA – e em outros países. 

Muitas coisas atingem você e eu, emocionalmente e fisicamente. As pessoas estão lutando contra a fadiga, o medo, a falta de paz – e a lista continua. Todavia, não é para nós nos sentirmos culpados por essas emoções; em vez disto, devemos enfrentá-las, aceitá-las e levá-las a Deus, solicitando Sua ajuda e orientação como aprendermos a enfrentar os desafios.

foto: Sérgio Lima/Poder360 – 20.mar.2020

Veja o que Paulo escreveu. Podemos aplicar ao que estamos passando agora?

2 Coríntios 1: 8-11

“8 Irmãos e irmãs, queremos que saibam das aflições pelas quais passamos na província da Ásia. Os sofrimentos que suportamos foram tão grandes e tão duros, que já não tínhamos mais esperança de escapar de lá com vida. 9 Nós nos sentíamos como condenados à morte. Mas isso aconteceu para que aprendêssemos a confiar não em nós mesmos e sim em Deus, que ressuscita os mortos. 10 Ele nos salvou e continuará a nos salvar desses terríveis perigos de morte. Sim, nós temos posto nele a nossa esperança, na certeza de que ele continuará a nos salvar, 11 enquanto vocês nos ajudam, orando por nós. Assim Deus responderá às muitas orações feitas em nosso favor e nos abençoará; e muitos lhe agradecerão as bênçãos que ele nos dará. (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

Você e eu descobriremos a mesma fé que Paulo tinha, colocando nossas esperanças em Deus enquanto caminhamos pelo desconhecido, segurando a mão de Deus (Is 41: 11-13) e conhecendo a verdade das promessas de Deus (Romanos 8:28) 

– Voni